31 março 2014

Viver com inteligência



Elisabeth Cavalcante 

A inteligência sempre foi vista como uma qualidade intelectual, que se relacionava com a capacidade de cognição, a facilidade de adquirir conhecimento e habilidades.

Nos últimos anos, descobriu-se um novo conceito, o da Inteligência Emocional, que consiste na capacidade de manter o controle das emoções e relacionar-se de modo harmonioso com os demais, lidando com os desafios da vida sem perder o equilíbrio.

No plano da consciência, a inteligência se refere a algo muito mais abrangente. Tem a ver com a capacidade de ser fiel ao seu verdadeiro ser, à natureza essencial com que você foi dotado pelo Todo, a Fonte, Deus, a Presença, o Criador, ou como você preferir nomeá-lo.

Viver em total sintonia com seus talentos e habilidades naturais, respeitando suas necessidades interiores, nisto consiste a verdadeira inteligência. Mas, para tanto, é preciso desenvolver a capacidade de observar permanentemente a si mesmo, de modo a perceber, a cada momento, quais os sentimentos que estão predominando em você.

Se eles forem positivos, tais como, alegria, entusiasmo, paz, vivacidade, motivação, você está no caminho certo. 

Se, ao contrário, vivencia na maior parte do tempo angústia, ansiedade, insatisfação, tristeza e frustração, algo precisa ser mudado.

Aprender a respeitar suas necessidades e evitar seguir apenas o que a maioria faz, é a única forma de você transformar sua vida em algo que valha a pena.

O essencial neste caso, é uma grande dose de coragem, que lhe permita dizer não a tudo o que o torna infeliz e evitar a apatia e a acomodação, geradas pelo medo de ser fiel ao seu coração...

"Se você está fazendo algo apenas como um dever - você não o ama e você está fazendo apenas como um dever - mais cedo ou mais tarde você será apanhado. E você estará em uma dificuldade sobre como se livrar disso. 

Apenas observe nas 24 horas do dia: quantas coisas você está fazendo das quais não deriva nenhum prazer? Que você não cresce a partir delas, e de fato, você quer livrar-se delas? Se você está fazendo muitas coisas na sua vida das quais você realmente quer se livrar, você está vivendo de modo não inteligente.

Uma pessoa inteligente fará a vida dela de tal modo que terá uma poesia de espontaneidade, de amor, de alegria. É a sua vida, e se você não for agradável o suficiente para si mesmo, quem irá ser agradável para você? 

Se você está perdendo isto, a responsabilidade não é de ninguém mais. Eu ensino você a ser responsável em relação a si mesmo - esta é a sua primeira responsabilidade. 

Tudo mais vem a seguir. Tudo mais, inclusive Deus vem a seguir. Porque ele pode vir somente quando você é. Você é o verdadeiro centro do seu mundo, da sua existência.

Então, seja inteligente. Traga a qualidade da inteligência. E quanto mais inteligente você se tornar, mais capaz você será de trazer mais inteligência para a sua vida.

Cada único momento pode se tornar tão luminoso com inteligência... então, não há necessidade de uma religião, não necessita meditar, não necessita ir a igreja, não necessita ir para algum templo, não necessita nada extra. 

A vida é intrinsicamente inteligente. Apenas viva totalmente, harmoniosamente, em consciência, e tudo seguirá belamente. Uma vida de celebração segue a luminosidade da inteligência". Osho - A visão do Tantra.


Postado no site Somos Todos Um 







A humanidade está carente de gentileza... até nas redes sociais !












30 março 2014

No trânsito, quem não reagiu está vivo


45i23io0uc 8itdkur8um file No trânsito, quem não reagiu está vivo




Marco Antonio Araujo

Muito antes da moda de amarrar gente em poste, o brasileiro já praticava um esporte urbano extremamente violento: briga de trânsito. É uma verdadeira paixão nacional. 

O caso da jovem que teve traumatismo facial e o maxilar quebrado em Alphaville é só mais um exemplo da guerra civil que nos faz tocaia em cada semáforo. Parcela significativa da população age como hooligans sobre quatro rodas.

São Paulo, em particular, é um looping interminável da cena da corrida de bigas do clássico Ben Hur. O cidadão na diligência ao lado é tratado como um inimigo a ser eliminado, de preferência com chicotadas e requintes de brutalidade. 

Eu considero esse comportamento selvagem apenas mais um exemplo da violência atávica, endêmica e natural do nosso povo. Definitivamente, não somos cordiais. Temos os criminosos mais sádicos do mundo — e os cidadãos mais egoístas e incivilizados do sistema solar. Por que seríamos gentis e educados exatamente quando usamos armaduras em formato de bólidos que pesam toneladas? 

Se fosse possível, os motoristas colocariam a culpa pela violência no trânsito nos políticos (esse álibi imperfeito para todas as nossas mazelas e indecências). Como não dá, o silêncio sobre o assunto é ensurdecedor. Mas a culpa é sempre do outro. 

Experimente dar passagem a um pedestre. O seu inimigo no carro de trás vai buzinar e gritar que você é um banana. Imediatamente, aquele ser altruísta que há segundos habitava sua alma será abduzido por um animal dotado de fúria e ódio mortais. 

Falta de educação? Com certeza, mas não só. Pessoas encasteladas no topo da cadeia alimentar estão sempre protagonizando cenas de faroeste caboclo em nossas ruas e avenidas. No quesito sangue no asfalto somos uma sociedade igualitária. Não por acaso, quando estamos envolvidos em um acidente de trânsito, a recomendação é a mesma que se dá às vítimas de assalto e sequestro: não reaja. 

Como diria um político paulista, quem não reagiu está vivo. 


Postado no blog O Provocador em 25/03/2014 



“Muito Além do Cidadão Kane” é único, ao expor promiscuidade entre a ditadura e TV Globo





Por Kiko Nogueira, no DCM em 29/03/2014


O documentário “Muito Além do Cidadão Kane”, de 1993, é uma daquelas obras com a rara capacidade de ficar mais atuais à medida que o tempo passa — um, por sua qualidade, dois, pela falta completa de algo parecido.

Conta a história de Roberto Marinho e da Globo. Nos 50 anos do golpe, ajuda a compreender uma relação umbilical e uma, digamos, retroalimentação em que uma das partes teve fim — a ditadura — e a outra seguiu firme e forte.

“Beyond Citizen Kane” foi produzido pelo Canal 4 britânico e dirigido por Simon Hartog, cineasta independente que começou a carreira nos anos 60. Hartog morreu quando o filme estava sendo editado. Não pôde ver seu impacto.

Foi exibido na Inglaterra. A Globo tentou comprar os direitos para se livrar dele, mas Hartog já havia se precavido contra isso numa cláusula. Em seguida, entrou na Justiça para proibir sua exibição no MAM do Rio em março de 1994 — e ganhou, naturalmente. Os pôsteres foram recolhidos pela polícia.

A cópia que passaria no MIS, em São Paulo, foi confiscada a mando do governador Luiz Antonio Fleury. Outras puderam circular legalmente em universidades só nos anos 2000. Hoje, graças à internet, “Muito Além do Cidadão Kane” está no YouTube na íntegra.

O tom não é de libelo, não é histérico, não é conspiratório. Ao contrário, é uma longa reportagem, extremamente sóbria, contando uma história que não tinha sido contada sobre a maior rede de televisão do Brasil e seu dono. Isso é notícia.

Hartog e equipe falaram com mais de 40 pessoas — de Chico Buarque a Armando Falcão, de ACM ao ex-diretor de jornalismo da Globo Armando Nogueira. Acompanham, também, a “família Silva”, moradora da periferia de Salvador. Pai, mãe e filhos num barraco escuro, cujo maior foco de luz vem de uma telinha de tevê na mesa da sala/cozinha, ligada no Fantástico.

Há vozes críticas, evidentemente: Brizola (que compara RM a Stalin, já que ambos mandavam seus desafetos para a Sibéria ou para o “esquecimento”); Chico Buarque, lembrando do poder “assustador” da emissora e dos jabás; Lula, pré-Lulinha Paz e Amor, reclamando do “senhor” que manda em tudo e da cobertura das greves do ABC.

Mas ali estão também empresários, publicitários (como Washington Olivetto), políticos, funcionários e ex-funcionários. Armando Falcão, ministro da Justiça durante a ditadura, lembra com carinho do amigo e diz, candidamente, que ele já era “revolucionário antes da Revolução de 64”. “Doutor Roberto nunca me criou nenhum tipo de dificuldade”, diz ele. Roberto Civita, dono da Abril, explica como sua empresa não conseguiu as concessões que queria em 1980 após a falência da Tupi.

Hartog mostra, com imagens e depoimentos da época, como a Globo se esforçou para sedimentar a boa reputação do regime militar. Lembra que a fatia do bolo publicitário da propaganda governamental já era grande na época e que, em 1990, a Globo detinha 75% da verba total no país.

Walter Clark, chefe da emissora antes de Boni, conta que Roberto Marinho o demitiu porque Clark “já tinha montado o trem elétrico e agora ele podia brincar à vontade. É uma pessoa bem parecida com o Cidadão Kane, mas acho que ele não tem o Rosebud”.

Marinho, obviamente, não deu entrevistas. Surge ao lado de todos os generais e, em seguida, com Tancredo, Sarney e Collor. “Doutor Roberto é meu amigo há mais de 30 anos. O pessoal tem muita inveja”, afirma Antônio Carlos Magalhães, feito ministro das comunicações por Roberto Marinho no governo Sarney.

A certa altura, menciona-se a minissérie “Anos Rebeldes”, que tratou da inquietação da juventude brasileira no fim dos anos 60. Ficou manca: faltou um papel para a Globo, que não é coadjuvante.

Meio século após o golpe, “Muito Além do Cidadão Kane” reforça esse ponto: um relato honesto e abrangente sobre a ditadura tem, obrigatoriamente, de levar em conta o protagonismo da TV Globo e de Roberto Marinho. Sem o doutor Roberto, provavelmente nada teria sido possível.





Albano e os desvairados ideológicos




Juremir Machado da Silva


Fora de foco.

Albano escreve cartas para o painel dos leitores do jornal Meia-Noite, matutino de Palomas. 

Nos últimos tempos, Albano descobriu o e-mail, o twitter, o facebook e as postagens em blogs. Passa os dias na frente do computador. Carimba tudo. 

Albano faz parte da direita Miami. Outro dia, ele encontrou na rua um blogueiro sujo, o Robertinho, e tratou de disparar as suas cobranças:

– Não vai falar nada de Cuba, da Coreia do Norte e da Venezuela? Para com essas abobrinhas, fala do essencial.

Robertinho estava num dia ruim. Dava para ver que sentia alguma dor. Exibia um ar amarelo. Tentou explicar:

– Minha mulher me deixou. Foi embora com o Mário da leiteria. Confesso que não ando com cabeça para nada.

– Qual é, meu? Cuba, Venezuela e Coreia do Norte fazendo o que estão fazendo e tu preocupado com uma guampa!

O blogueiro ficou perplexo. Mesmo assim, buscou mais argumentos para justificar seus assuntos e posturas:

– Estou com câncer. Fiquei sabendo faz duas semanas. Não sei quanto tempo de vida ainda tenho. Foi um choque.

– Qual é, meu? Cuba, Venezuela e Coreia do Norte apavorando o mundo e tu aí focado no teu probleminha pessoal. Onde fica o teu compromisso com o coletivo?

– Pois é, pois é, mas existem outras coisas na vida além de Cuba, Venezuela e Coreia do Norte. Tenho escrito muito sobre a questão da neutralidade na rede e sobre o marco civil da internet. É algo que afeta a vida de todos nós.

– Qual é, meu? Cuba, Venezuela e Coreia do Norte barbarizando e assustando o planeta e tu vens me falar em neutralidade na rede, essa armação do PT para impedir a liberdade de opinião na internet. Fala sério, vai!

– Não, pelo amor de Deus, neutralidade na rede nada tem a ver com liberdade de opinião. É uma expressão técnica para equivalência de trafegabilidade de dados na rede.

– Qual é, meu? Cuba, Venezuela e Coreia do Norte colocando o mundo em perigo e tu falando em equivalência de trafegabilidade na internet e essas besteiras todas.

O pobre do Robertinho pensou em bater em retirada. Albano não o deixou escapar. Fechou o cerco. Disparou:

– Qual é, meu? Cuba, Venezuela e Coreia do Norte espalhando a miséria e o atraso e tu aí vomitando ideologia. Vira o disco, tchê! Muda de assunto. Vai. Se fosse no tempo da Redentora, que os comunistas chamam de ditadura, ninguém ia aturar essa tua conversa mole.

– Bem, vou pensar nisso tudo. Tenho que ir ao aniversário da minha netinha. Ela faz três anos hoje. É uma graça.

– Qual é, meu? Cuba, Venezuela e Coreia do Norte pondo a humanidade à beira do abismo e tu aqui preocupado com o aniversário da tua netinha. Para de falar do teu umbigo.

Robertinho teve um sobressalto de dignidade:

– Para de me encher o saco, mala. Vai plantar batatas.

– Qual é, meu? Cuba, Venezuela e Coreia do Norte oprimindo milhões de pessoas e tu preocupado com o teu ego. Para com isso. Foca no essencial. Abre o leque.


Postado no blog Juremir Machado da Silva em 27/03/2014


Nota




Alguns jornalistas e seus Blogs Sujos apelido dado por José Serra








Marco Civil da Internet : humor





Pequenas corrupções ... para sanear a política precisamos mudar !





O Brasil não quer ser selvagem. Porque liberdade não é selvageria





Fernando Brito

Punir a agressão, o preconceito, a injúria racial e social não é um ato de ódio ao agressor ou ao racista.

É uma tarefa civilizatória, porque é pedagógica.

Ensina aos integrantes de uma sociedade que não se pode incitar ao ódio.

Ontem, todos nos chocamos com a pesquisa do Ipea que revelou que a maioria dos brasileiros acha que a roupa usada por uma mulher poderia justificar ataques sexuais.

É o resultado tanto da falta de punição aos abusos sexuais quanto, também, de uma mídia que estimula a erotização do corpo como a essência das relações humanas.

Não importa, porém, o quanto alguém se sinta provocado, simplesmente não pode atacar outra pessoa e ponto.

Duas boas notícias, entretanto, estão aí para ajudar a mostrar que nem mesmo no campo das palavras se pode aceitar o desrespeito.

O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, aceitou o pedido da bancada do PC do B para abrir uma investigação sobre Raquel Sheherazade e o SBT por defenderem, num meio de comunicação público, o acorrentamento de um rapaz a um poste.

Não é o caso de discutir se “merecia” ou “não merecia”, como no ataque sexual: não se pode fazer e ponto.

A outra é a demissão do co-piloto da Avianca que xingou o povo nordestino de porco em seu Facebook, por ter sido mal atendido num restaurante. Podia reclamar o quanto quisesse do restaurante, não dizer que os nordestinos são porcos.

Aliás, fez pior, porque quando começaram as reações disse que “O Brasil é outra grande merda em geral”.

É uma pena que tenha perdido o bom emprego, mas não é compatível com a dignidade humana nem com a função que desempenha num país que, finalmente, está a caminho de tornar a aviação comercial um serviço democrático, com um recorde 89 milhões de passageiros transportados ano ano passado, boa parte deles nordestinos.

Este país e seus profissionais, sejam pilotos, sejam médicos, sejam professores como os do “aeroporto perdeu o glamour”, tem de aprender a respeitar todas as pessoas, seja qual for sua etnia, origem ou poder aquisitivo.



Postado no blog Tijolaço em 28/03/2014 


29 março 2014

Lula fala dos 50 anos do golpe



A ré Dilma na sede da Auditoria Militar no Rio de Janeiro, em novembro de 1970. 
Ao fundo, os oficiais que a interrogavam sobre sua participação na luta armada escondem o rosto com a mão.
 (Foto: Reprodução que consta no processo da Justiça Militar)






24 março 2014

Mágico faz petisco desaparecer e intriga cães







Criador da WEB defende Marco Civil da Internet brasileiro


Martial Trezzini:

O britânico Tim Berners-Lee, responsável pela "programação" que criou a rede mundial de computadores, divulgou nesta segunda-feira (24) uma carta de apoio ao Marco Civil da Internet. O projeto poderá ser nesta terça (25) na Câmara dos Deputados.

"Espero que com a aprovação dessa lei, o Brasil solidifique sua reputação orgulhosa como líder mundial na democracia e progresso social e ajude a inaugurar uma nova era – aquela em que os direitos dos cidadãos do mundo são protegidos por leis de direitos digitais", escreveu.

Berners-Lee destacou ainda que o Marco Civil foi feito com a ajuda de usuários, "como ocorreu com a Web", e que esse processo inclusivo e participativo ajudou a criar uma lei que equilibra direitos e deveres dos cidadãos, empresas e governos na internet.

"Claro que ainda há discussão em algumas áreas, mas finalmente um projeto de lei reflete a internet como ela deveria ser: uma rede aberta, neutra e descentralizada, na qual os usuários são o motor para a colaboração e inovação", afirmou.

A carta é finalizada com um elogio à garantia de direitos humanos, que segundo Berners-Lee estão no Marco Civil, como o da privacidade, cidadania, preservação da diversidade e da finalidade social da web.


Postado no site Brasil247 em 24/03/2014


23 março 2014

O que é um filtro de sonhos?




Adília Belotti  


Você tem um filtro de sonhos pendurado na sua janela? Sabe para que serve ou como funciona? Não? Então descubra aqui porque estas lindas teias de caçar sonhos fazem tanto sucesso. E boa noite! 

Os filtros de sonhos definitivamente estão na moda. É possível encontrá-los em quase todas as lojas de artigos esotéricos. E, embora o nome, filtro de sonhos (ou dream catcher, em inglês), já seja bem sugestivo, nem todo mundo sabe exatamente para que servem estes belos objetos redondos, enfeitados de penas e de contas. 

Os dream catchers chegaram ao Brasil vindos dos EUA. Mas lá eles estão longe de ser uma moda passageira. Quase todas as tribos de índios americanos há muitos anos já os incorporaram às suas tradições. E as lendas sobre eles correm por toda parte. 

Embora hoje todas estas nações indígenas produzam seus próprios dream catchers, a história dos filtros começa com os índios Ojibwe (ou Chippewa).

A história dos dream catchers

Os sonhos desempenhavam um papel fundamental na vida dos Ojibwe. Para este povo que vivia na região dos Grandes Lagos americanos e que hoje também se espalha por outras regiões do Novo México, aprender a decifrar as mensagens reveladas nos sonhos era a tarefa mais importante que as pessoas tinham durante sua passagem pela Terra. Por causa disto, o dream catcher era uma ferramenta essencial.

O filtro de sonhos, como ficou conhecido em português, na verdade, não é um filtro, é uma teia. Os Ojibwe acreditam que, quando a noite cai, o ar se enche de sonhos, bons e ruins. Alguns destes sonhos, mesmo sendo pesadelos, podem conter uma mensagem importante do Grande Espírito para nós. Então, na verdade, estes sonhos são bons sonhos. Mas existem muitos outros sonhos e energias ruins flutuando à nossa volta e que não são nossos. Estes é que podem nos fazer mal. É justamente para separar estes sonhos e energias ruins que existem os dream catchers. 

A tradição manda que as teias coloridas sejam penduradas sobre o berço dos bebês e a caminha das crianças. Os sonhos bons, sabendo exatamente aonde ir, conseguem passar pelo buraco central da teia, ao passo que os sonhos ruins ficam perdidos e acabam presos nos fios. Quando os primeiros raios de sol surgem, os sonhos maus desaparecem. Os círculos são feitos com ramos flexíveis de salgueiros e revestidos com tiras de couro. 

Uma pena é colocada no centro, representando o ar ou a respiração, essencial para a vida. O bebê, observando a pena dançar ao vento, aprende uma lição sobre a importância do ar. Além disto, a pena de coruja, feminina, simboliza a sabedoria. A pena de águia, masculina, serve para dar coragem. 

Para captar os sonhos dos adultos, os dream catchers são trançados em fibra e não com ramos de salgueiros. Por isso são mais resistentes.


Até hoje eles vêm afastando os pesadelos de muita gente. Quem sabe não vai funcionar com você também? 



Adília Belotti é jornalista e mãe de quatro filhos e também é colunista do Somos Todos UM. Sou apaixonada por livros, pelas idéias, pelas pessoas, não necessariamente nesta ordem... Em 2006 lançou seu primeiro livro: Toques da Alma, clique e confira







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Postado no site Somos Todos Um


"A internet não pode ser uma TV a cabo", destaca Sérgio Amadeu. Entenda a importância do Marco Civil da Internet








Xadrez para outono / inverno 2014






Patrícia Larrothiere

Hoje quero falar pra vocês exclusivamente do xadrez. Esta peça com certeza será omust have do inverno 2014.

Celebridades e fashionistas já desfilam por aí com os seus modelitos, as lojas já estão infestadas de xadrez por todos os lados e as anônimas, estas também já adotaram a nova tendência.

Lembrando que o xadrez da vez, é aquele combinado com vermelho. A proposta será perfeita para as meninas antenadas que adoram montar looks ousados e estilosos. 

Vamos conferir algumas inspirações !



 Postado no blog Antenadas em 18/03/2014



estilo grunge xadrez como tendência inverno 2014 4










tommy-hilfiger-inverno-2014





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